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Restaurante em centro comercial de Queluz tem atividade suspensa após apreensão de 467 quilos de alimentos impróprios pela PSP e Câmara Municipal de Sintra

Profissional em traje de proteção inspecionando alimentos em cozinha com dois agentes ao fundo.

Irregularidades sanitárias em restaurante de Queluz

Um restaurante localizado em um centro comercial de Queluz teve a atividade suspensa depois que foram identificadas diversas falhas de higiene e de segurança sanitária. Em uma fiscalização conjunta da PSP e da Câmara Municipal de Sintra, foram apreendidos e destruídos 467 quilos de alimentos considerados impróprios para consumo.

Durante a inspeção no estabelecimento de alimentação, os agentes constataram condições inadequadas de armazenamento de produtos alimentícios e problemas fitossanitários, o que levou à apreensão e à destruição de quase meia tonelada de itens sem condições de consumo.

Suspensão da atividade e outras infrações

Diante do que foi verificado no local, a autoridade de saúde da região determinou a suspensão imediata da atividade do restaurante por tempo indeterminado, incluindo a venda em "take away". Se o responsável não cumprir a ordem, poderá responder por crime de desobediência.

Também foram registradas irregularidades relacionadas à comunicação prévia do início da atividade, além da ausência de informação sobre o horário de funcionamento.

Fiscalização de estrangeiros e entidades envolvidas

Ainda no centro comercial onde o restaurante funciona, foi realizado o controle de 18 estrangeiros, sendo oito deles encontrados dentro do próprio restaurante. A ação resultou em uma notificação para abandono voluntário do território e em um auto de notícia por contraordenação.

A operação foi conduzida pela Brigada de Fiscalização Policial da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial, com apoio do Núcleo de Estrangeiros e Controlo Fronteiriço da PSP, do Gabinete de Saúde Pública e Bem-Estar Animal (DBA) da Câmara Municipal de Sintra, da Polícia Municipal de Sintra e da Unidade de Saúde Pública de Amadora/Sintra.

Após a confirmação dos fatos, as entidades que participaram da operação vão iniciar a instrução dos respectivos processos de contraordenação.

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