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Adidas lança "Backyard Legends" com Timothée Chalamet para a Copa do Mundo

Grupo de amigos em um jardim com bola de futebol e televisão ao fundo exibindo jogo.

A Copa do Mundo está chegando, e as grandes marcas não pretendem perder a chance de aparecer. A Adidas resolveu subir o volume com Backyard Legends, um filme publicitário de cinco minutos que mistura craques do futebol atual com lendas absolutas - tudo com cara de superprodução.

Adidas, "Backyard Legends" e a Copa do Mundo em clima de superprodução

A ideia central é simples e eficiente: uma partida de rua, três contra três, disputada em uma quadra de basquete de bairro. Para tentar derrubar um time local que segue invicto há décadas, um empresário interpretado por Timothée Chalamet monta um trio pensado para virar o jogo: Lamine Yamal, a joia espanhola do Barça, Jude Bellingham, o meio-campista estrela do Real Madrid, e Trinity Rodman, uma das melhores jogadoras dos Estados Unidos na atualidade.

Messi, Bad Bunny e lendas do futebol entram em cena

A partir daí, as participações especiais entram em sequência. Lionel Messi, atual campeão mundial e ícone de longa data da Adidas, aparece em um momento de destaque ao lado do cantor Bad Bunny, posicionado como espectador.

O comercial também recorre a flashbacks para reencenar a derrota de estrelas dos anos 2000 diante desse mesmo time de bairro, com versões de 2002 de Zinedine Zidane, David Beckham e Alessandro Del Piero.

Já no elenco do “presente”, a lista continua crescendo: o bola de ouro Ousmane Dembélé também dá as caras, assim como Raphinha, Pedri, Florian Wirtz e Santiago Gimenez.

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Uma aposta econômica colossal

O investimento da Adidas na Copa do Mundo é enorme. A marca fornece material para 22 seleções nacionais, incluindo Argentina e Espanha, e calcula que um terço dos jogadores do torneio entrará em campo usando suas chuteiras. Até agora, a empresa já vendeu cerca de 250 milhões de euros em produtos ligados à edição de 2026.

O foco é claro: reduzir a distância para a Nike no mercado americano. O CEO Bjørn Gulden resumiu a ambição assim: "A América representa para nós a maior oportunidade no longo prazo, porque estamos tão atrás do nosso concorrente". Na mesma linha, Chris Murphy, vice-presidente sênior de marketing da marca na América do Norte, afirma que a mobilização para este Mundial é "bem mais importante em tamanho, em alcance, em recursos e em energia do que tudo o que fizemos no passado".

Além da campanha, a Adidas planeja eventos presenciais em Atlanta, Los Angeles, Houston, Toronto e Nova York.

A corrida dos patrocinadores rumo ao Mundial de 11 de junho

A Adidas, porém, está longe de ser a única a apostar alto. Budweiser, Marriott Bonvoy e vários outros patrocinadores vêm se preparando há anos para o torneio, que será realizado nos Estados Unidos, no Canadá e no México, a partir de 11 de junho.

Embora alguns setores - especialmente hotelaria e transportes - questionem se o retorno econômico será o que se promete, os anunciantes continuam contando com a euforia típica da Copa do Mundo para impulsionar os gastos do verão.

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